Não mais quero riscar a folha
Deixo a pena cair de minha mão
E que o nanquim escorra pelo chão
Como o sangue de uma oferenda
Não deixarei em registro para estas bestas
Os reflexos e sentimentos de meu espírito
Quem de vós poderia ver minha letra?
Anseio um outro vínculo
Sinto a noite do esquecimento que vem
Deito-me sobre a relva, Ícaro sobe aos céus
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2 comentários:
Rapaz,
muito bom, esse. Muito bom, mesmo!
Quem pode perscrutar o espírito humano? Só Deus mesmo.
Já dizia o poeta: cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é...
Obrigado pelo belo poema!
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