Não mais quero riscar a folha
Deixo a pena cair de minha mão
E que o nanquim escorra pelo chão
Como o sangue de uma oferenda
Não deixarei em registro para estas bestas
Os reflexos e sentimentos de meu espírito
Quem de vós poderia ver minha letra?
Anseio um outro vínculo
Sinto a noite do esquecimento que vem
Deito-me sobre a relva, Ícaro sobe aos céus
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Nachamu, nachamu
Nachamu, nachamu ami
dabru al lev yerushalayim
vekiru eleha
ki mala tsevaa ki nirtsa avona ki lakcha kichlaym bechol
chatotecha
kol koré bamidbar
panu dérech Adonai
yashru baarava
messilah IEIoheinu
Isaías 40, 1-3
dabru al lev yerushalayim
vekiru eleha
ki mala tsevaa ki nirtsa avona ki lakcha kichlaym bechol
chatotecha
kol koré bamidbar
panu dérech Adonai
yashru baarava
messilah IEIoheinu
Isaías 40, 1-3
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Folhas Caídas - Almeida Garrett
Deixai-o passar, gente do mundo.
Ele não entende bem disso, e vós não entendeis nada dele.
Deixai-o passar, porque ele vai onde vós não ides.
Vai, porque é espírito, e vós sois matéria.
A morte não passa do corpo, que é tudo em vós,
e nada ou quase nada no poeta.
Ele não entende bem disso, e vós não entendeis nada dele.
Deixai-o passar, porque ele vai onde vós não ides.
Vai, porque é espírito, e vós sois matéria.
A morte não passa do corpo, que é tudo em vós,
e nada ou quase nada no poeta.
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